Descrição
A Basílica de Santa Bárbara é a igreja da corte dos Gonzaga, escondida em uma pracinha entre os edifícios do Palácio Ducal de Mântua. Foi encomendada pelo duque Guilherme e projetada por Giovan Battista Bertani, entre 1562 e 1572.
Lá dentro, a luz desce de duas lanternas sobre a nave. No altar-mor está o Martírio de santa Bárbara de Domenico Brusasorci, de 1564; dos lados, duas grandes telas de Lorenzo Costa, o Jovem. O campanário, concluído em 1565, termina em um pequeno templo redondo.
Guilherme amava a música e fez da igreja um lugar de cerimônias com coros de altíssimo nível. Quem ainda conta isso é o órgão Antegnati de 1565, com a caixa entalhada e dourada e as portas pintadas por Fermo Ghisoni.
A basílica tinha uma liturgia própria, diferente do rito romano. Durante as restaurações de 2007, foram encontrados na igreja os restos de vários duques Gonzaga, entre eles Frederico II e o próprio Guilherme.
Lá dentro, a luz desce de duas lanternas sobre a nave. No altar-mor está o Martírio de santa Bárbara de Domenico Brusasorci, de 1564; dos lados, duas grandes telas de Lorenzo Costa, o Jovem. O campanário, concluído em 1565, termina em um pequeno templo redondo.
Guilherme amava a música e fez da igreja um lugar de cerimônias com coros de altíssimo nível. Quem ainda conta isso é o órgão Antegnati de 1565, com a caixa entalhada e dourada e as portas pintadas por Fermo Ghisoni.
A basílica tinha uma liturgia própria, diferente do rito romano. Durante as restaurações de 2007, foram encontrados na igreja os restos de vários duques Gonzaga, entre eles Frederico II e o próprio Guilherme.