Descrição
A Igreja de Sant'Orsola é uma igreja barroca de planta octogonal no corso Vittorio Emanuele, em Mântua: o último resto do grande convento que Margarida Gonzaga, duquesa viúva de Ferrara, fundou para si e para as suas freiras, quase uma segunda corte.
Foi construída por Antonio Maria Viani, arquiteto da corte dos Gonzaga, a partir de 1608, e quatro anos bastaram para terminá-la. A fachada, ainda de gosto renascentista, tem uma só ordem de semicolunas; acima se impõe o zimbório octogonal que cobre todo o espaço interno.
Lá dentro, no altar-mor, está o retábulo de santa Úrsula de Lanfranco, a santa a quem a igreja é dedicada. Nos outros altares, duas telas do século XVII: a Imaculada de Alessandro Turchi e o quadro de Giuseppe Vermiglio com que a duquesa homenageou o parente Luís Gonzaga, recém-proclamado beato.
Margarida, irmã do duque Vicente I, tinha ficado viúva em 1597 com a morte de Afonso II d'Este e tinha voltado para Mântua. Sem querer ficar ociosa na corte do irmão, primeiro mandou construir um pequeno oratório, depois quis uma igreja maior.
Em 1608 foi morar de vez no convento. Era uma pequena cidade: claustros, pátios e jardins ligados por pórticos e corredores, cinquenta freiras, um apartamento para a duquesa e quartos para as damas nobres que quisessem se recolher por algum tempo.
Para os altares chamou pintores como Domenico Fetti, a irmã dele, Lucrina, que era freira, e Ludovico Carracci. Um quadro de Fetti, hoje no Palácio Ducal, mostra justamente Margarida recebendo a maquete da igreja.
Margarida, morta em 1618, está sepultada aqui; aqui também repousa Isabel Clara da Áustria, esposa de Carlos II Gonzaga-Nevers, morta em 1685. Entre 1782 e 1786 José II suprimiu o convento, que virou quartel e depois hospital civil.
Quando o hospital se mudou, nos anos 1930, os edifícios do convento foram derrubados. Em essência, só se salvou a igreja, que ficou na esquina entre o antigo corso Pradella e a nova via Bonomi.
Foi construída por Antonio Maria Viani, arquiteto da corte dos Gonzaga, a partir de 1608, e quatro anos bastaram para terminá-la. A fachada, ainda de gosto renascentista, tem uma só ordem de semicolunas; acima se impõe o zimbório octogonal que cobre todo o espaço interno.
Lá dentro, no altar-mor, está o retábulo de santa Úrsula de Lanfranco, a santa a quem a igreja é dedicada. Nos outros altares, duas telas do século XVII: a Imaculada de Alessandro Turchi e o quadro de Giuseppe Vermiglio com que a duquesa homenageou o parente Luís Gonzaga, recém-proclamado beato.
Margarida, irmã do duque Vicente I, tinha ficado viúva em 1597 com a morte de Afonso II d'Este e tinha voltado para Mântua. Sem querer ficar ociosa na corte do irmão, primeiro mandou construir um pequeno oratório, depois quis uma igreja maior.
Em 1608 foi morar de vez no convento. Era uma pequena cidade: claustros, pátios e jardins ligados por pórticos e corredores, cinquenta freiras, um apartamento para a duquesa e quartos para as damas nobres que quisessem se recolher por algum tempo.
Para os altares chamou pintores como Domenico Fetti, a irmã dele, Lucrina, que era freira, e Ludovico Carracci. Um quadro de Fetti, hoje no Palácio Ducal, mostra justamente Margarida recebendo a maquete da igreja.
Margarida, morta em 1618, está sepultada aqui; aqui também repousa Isabel Clara da Áustria, esposa de Carlos II Gonzaga-Nevers, morta em 1685. Entre 1782 e 1786 José II suprimiu o convento, que virou quartel e depois hospital civil.
Quando o hospital se mudou, nos anos 1930, os edifícios do convento foram derrubados. Em essência, só se salvou a igreja, que ficou na esquina entre o antigo corso Pradella e a nova via Bonomi.